terça-feira, 6 de março de 2012
Amigos, mais que amigos- PARTE I
Karine estava trabalhando no cinema do novo shopping, no mesmo bairro onde morava.
Aquela noite estava particularmente agitada, muita gente nas salas de cinema, talvez fosse o verão que deixava as pessoas 'doidas' para ficarem mais tempo em ambientes de ar condicionado, ou os filmes eram realmente bons...
Adriano, era um dos seguranças, seu amigo de longa data, desde pequenos moraram sempre na mesma rua daquele bairro, era pouco mais velho que ela, apenas 5 anos.
Ele havia combinado de levá-la para casa naquela noite, porque seu turno tinha mudado, da manhã para a noite.
Então, poderiam voltar juntos.
Ele já olhava a jovem de 19 anos, com outros olhos, percebeu como ela se transformara em uma bela mulher: Uma ruiva de cabelos curtíssimos, umas poucas sardas, mas que tinha um belo corpo que realçava no jeans que usava com as camisetas bem agarradas, mostrando o volume dos seios. Usava uma maquiagem leve, que realçava os olhos verdes.
Naquela ocasião estava mais sexy ainda, de vestido de alças finas, com o colo dos seios bem realçado.
Os dois amigos dirigiram-se para o estacionamento do shopping, para pegar o carro. E quando Adriano abria a porta, uma mão bateu no seu ombro:
_ Adriano, será que não podia dar uma carona para esse seu amigo aqui?
Adriano também conhecia Hélio desde 'sempre': Brincaram nos tempos de criança e fizeram as primeiras conquistas amorosas da adolescência, sempre juntos.
Hélio casou-se no ano anterior e Adriano foi o padrinho de seu casamento.
_ Claro, Hélio! Entra aí meu camarada.
_ Não estou atrapalhando nada? Vocês iam para casa mesmo?
Foi a vez de Karen responder:
_ Mas é óbvio, moramos na mesma rua, natural que Adriano, mudando de turno me ofereça carona...
Ela queria disfarçar um desconforto daquele comentário de Hélio, que parecia sugerir alguma relação dela, com seu amigo.
Nada se falou mais e seguiram em frente.
Hélio foi o primeiro a descer do carro, e despedindo-se disse:
_ Boa noite, gente.
Karen disse para Adriano assim que o carro arrancou novamente:
_ Ele insinuou que eu e você temos alguma coisa, imagina só!
_ Na verdade, eu não acho isso ruim... Já que você tocou no assunto, eu até gostaria mesmo de ter algum tipo de relacionamento com você, Karen.
_ Sério? Mas você não tem ninguém?
_ Ah, uma vez ou outra, saio com alguém... Sem compromisso, nada sério. Mas você ficou uma mulher muito bonita, nem parece mais com aquela garotinha que brincava na rua, de pique... Olha, você não está nem um pouquinho interessada em ter alguma coisa comigo? Eu queria muito... te acho tão atraente, me dá um desejo...
Ele parou o carro num acostamento, pegou o queixo dela, beijou levemente, e em seguida os lábios... Ele intensificou o beijo, ela correspondeu, foi sentindo um calor subir, ficou com o rosto avermelhado e quente. Nunca alguém lhe beijara assim!
Aliás Karen no alto de seus 19 anos ainda era virgem.
Tinha até vergonha de dizer isso, porque atualmente há uma reversão de valores: A virgindade, que era dada como uma coisa muito preciosa antigamente, hoje não significa nada, na cultura ocidental... Suas colegas de curso, achavam um absurdo ela ainda ser virgem, então ela passou a não falar mais desse assunto com ninguém.
Adriano passou a mão nos seios dela, e beijava-lhe a nuca, ela arrepiava e pedia:
_ Lambe minha orelha, meu pescoço... ah...
Ele abriu o fecho da calça e colocou seu membro para fora, porque não usava cueca, para facilitar certos encontros, como aquele.
Ela se assustou com o tamanho! Nunca vira antes o membro de um homem assim, 'ao vivo e a cores'. Ele segurou a cabeça dela e a levou até o pênis rijo que latejava para ser sugado. Ela fez o que pode para lhe agradar dessa forma, enquanto ele lhe masturbava o grelinho, com a mão por dentro da calcinha dela.
Não demorou muito, e ele lhe disse que iria gozar, ela não sabia bem o que fazer.
Mas logo soube, quando o jato inundou sua boca...
Ele não parou de masturbá-la, afinal queria que ela gozasse também...
E foi um grande prazer vê-la dizer:
_ Aiiii, estou gozando Adriano! Que delíciaaaaaaaaaa...
Adriano beijou-lhe carinhosamente depois disso, colocou a cabeça dela em seu ombro, fazendo carinho com a outra mãos em seus cabelos curtos. Ficaram assim instantes, até que rompendo aquele silêncio, ele disse:
_ Vamos no fim de semana para um motel, onde poderemos conhecer melhor, o corpo um do outro... Foi quando ela respondeu:
_ Sou virgem Adriano.
Ele quase não acreditou quando ouviu aquilo.
Isso era realmente difícil nos dias atuais!
_ Não se preocupe, Karen, farei você se sentir à vontade, para ir até onde quiser... Sei ser bem carinhoso.
Ela sorriu, assentindo com a cabeça. Já era hora dela tirar de uma vez, esse 'tormento' da virgindade, da sua vida...
Adriano ligou o carro novamente, e a deixou em casa.
Ela disse então:
_ Tchau, Adriano.
_ Tchau Karen, sonhe comigo. E pense nas coisas que poderemos fazer juntos, no fim de semana.
_ Pode deixar, esperei a vida toda por esse momento...
Fátima Abreu
**********
segunda-feira, 5 de março de 2012
UM VIDEO LINDO, PARA VCS MEUS LEITORES
"Quando todo amor é possível, rompemos a fronteira do sexo"
Fátima Abreu
Fátima Abreu
VOCÊ É O SOL, MEU QUERIDO,
EU SOU A LUA,
QUE TE BANHA E INUNDA...
ENCAIXA, VEM... ECLIPSE TOTAL, DE UMA FORMA BEM NATURAL...
VENHA ME TER, QUANTAS VEZES QUISER.
AQUI ESTAREI, DE BRAÇOS ABERTOS, QUANDO VIER...
SINTA O ALMÍSCAR, QUE EXALA DE MIM...
E COMO JARDIM,
ESTAREI COBERTA DE FLORES...
TOCA MEUS CABELOS AGORA,
NEGROS COMO A NOITE,
QUE JÁ VAI EMBORA...
FÁTIMA ABREU
domingo, 4 de março de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
LINGERIES III
ESPERO ANSIOSA, MEU DOCE,
PELA LINDA LINGERIE, QUE VAI ENVIAR:
VERMELHINHA, COR QUE ENLOUQUECE
DE PAIXÃO,
A QUEM AQUI, VAI USAR...
COM AS LIGAS, PARA SEGURAR AS MEIAS,
NÃO ESQUEÇA QUE MEU SOUTIEN TEM COPA GRANDE!
ABRIGA MEUS MELÕES, DEIXA-OS QUENTINHOS...
PARA QUE DEPOIS, POSSA LAMBÊ-LOS
ENTRE MEUS MEIOS...
A CALCINHA, BEM CAVADA ATRÁS,
PRATICAMENTE UM FIO DENTAL!
PARA DEIXAR BEM À VISTA,
A PARTE MAIS BONITA...
DESSE JEITO, VESTIDA PARA GOZAR
TE OFERECEREI MEU CORPO INTEIRINHO,
E SENTIRÁ AINDA QUE AQUI NÃO ESTEJA,
NA TUA BOCA, O MEU GRELINHO...
SENTE, MEU QUERIDO?
TE ELEVO A LIBIDO?
PALAVRAS DE MULHER QUE SABE AMAR...
E FAZ BEM, A UM HOMEM COMO VOCÊ
QUE APRECIA OS MESMOS GOSTOS,
MEU BEM QUERER...
OLHA, AQUI JÁ FICO MELADINHA SÓ AGUARDANDO...
QUANDO A ENCOMENDA CHEGAR
PODE ESTAR CERTO: ELA VAI ME FAZER GOZAR!
Whitesnake - Is This Love
sábado, 18 de fevereiro de 2012
As aventuras de um quarentão (cont)
CONTINUAÇÃO DO DUETO
Cláudia estava pensativa: Raul era um homem lindo, sabia seduzir, ela gostava realmente dele... Mas ela queria algo mais: Queria vivenciar não só o sexo, mas amor!
Sim, era uma mulher já, e bem devassa, embora sua mãe nunca iria desconfiar disso...
E os agrados que Raul lhe fazia, a mãe dela, simplesmente achava, que era por pura simpatia.
Cláudia encostou Raul na parede, certo dia:
_ Você vai continuar a me levar nas aventuras, não vai? Mas sabe, mesmo adorando esse tipo de coisa, estou me apaixonando por você... E o que vai ser de mim? Minha mãe qualquer hora vai desconfiar de tanto eu sair com você!
_ Calma minha gatinha linda... Pretendo me casar com você no civil e assim poderemos ter nossas aventuras como um casal mesmo...Como Roberto e Vera.
_ Sério mesmo? Não está me enrolando?
_ Absolutamente que não! Agora vamos para a garagem, gostaria de 'brincar' por lá com você. Aproveitamos que sua mãe está na lavanderia...
Ele não esperou que ela respondesse, e a pegou pela mão.
*********************
A garagem estava escura, e ele acendeu uma luminária, deixando a meia luz.
Ficou de pé, e fez com que Cláudia abaixasse e abrisse o fecho do seu jeans.
Ela pôs o membro dele para fora da calça, e começou a sugá-lo...
Ele segurava a cabeça dela, quase que empurrando para que ela engolisse a vara inteira!
Quando ele já estava quase gozando, colocou para fora da boca dela e molhou o rosto dela todo, do leite quente, que brotava de seu corpo...
Ela limpou para que a mãe não visse aquilo, quando ela saísse da garagem...
Mas disse:
_ Está me devendo uma Raul!
_ Pode deixar, gatinha... Hoje de noite, você vai ter mais que uma, espere a surpresa que vou te fazer!
Ele fechou o zíper da calça e saiu da garagem com ela, conversando como se tivessem ido ali procurar alguma coisa, nas prateleiras que ficavam com suas ferramentas...
Eram 19:00 hs, e Raul dirigindo-se para a mãe de Cláudia, perguntou quando ela punha a mesa para o jantar:
_ A senhora gostaria de nos acompanhar à uma festa?
A mulher levou quase que um susto com aquela pergunta! O patrão nunca a chamava para nada, só a filha... Que estaria pensando? Respondeu-lhe então:
_ Seu Raul, nunca antes me convidou para nada, acho estranho isso, se me permite a sinceridade... Uma festa, logo isso! Acho que não tenho nem roupas adequadas, para uma festa do tipo de gente que o senhor conhece...
_ Não se preocupe com isso: Cláudia e a senhora, irão com os vestidos que eu comprei ontem para dar-lhes de presente para essa ocasião.
_ Oh, eu não esperava por isso!
Cláudia finalmente abriu a boca para se expressar:
_ Vamos mamãe, quem sabe a senhora não arruma um coroa bonitão, hein?
_ Que é isso, Cláudia? Assim me deixa sem jeito, perto do seu Raul!
_ Mas não seria nada mau... Sei que a senhora está muito tempo sem um namorado... Vamos!
_ Está bem, assim que acabarmos de jantar, iremos nos arrumar.
Raul sorriu satisfeito com a resposta... Mas não comeu muito, não queria estar com o estômago cheio, para a 'FESTA'...
*******************************
Cláudia, foi ao lado de Raul no carro e a mãe no banco de trás. Raul ficara espantado como aquela mulher, (também na casa dos 40, como ele) havia se transformado com um vestido bonito, salto alto, uma maquiagem, e um penteado para o alto...
Era como se visse agora, uma 'brilho' que nunca antes havia reparado, naquela mulher!
Chegaram ao local da festa. Muitos carros estacionados no imenso jardim daquela mansão! Cíntia ficou se sentindo um peixe fora d´água...
_ Não sei, patrão... Acho que não foi boa idéia eu ter vindo com vocês. Essa gente aí dentro é da alta sociedade... Vão notar que eu não passo de uma empregada!
_ Não se preocupe, a senhora está linda! Acho até que vou lhe chamar pelo nome Cíntia... Se importa? Também pode me chamar só pelo nome...
_ Pode me chamar como quiser. Mas daí eu chamar o senhor só de Raul... Não sei se consigo.
_ Pelo menos por hoje, tente... Se conseguir poderá ser sempre assim.
Cláudia estava preocupada com o interesse repentino de Raul pela sua mãe. Notou a diferença de tratamento depois que ela se arrumou, era como se ela antes fosse a GATA BORRALHEIRA, que se transformou em CINDERELA, para a festa!
Saíram do carro e chegaram na porta da mansão. Muita gente bonita e bem arrumada, mas Cíntia e Cláudia notaram que todos estavam com máscaras negras em seus olhos.
Raul sacou de seu terno, 3 máscaras do mesmo tipo. Colocou nas mulheres e em si. Entraram finalmente no salão da festa.
Beberam, comeram uns aperitivos que elas nunca viram antes, dançaram e depois de altas horas (porque já passava da meia noite), as pessoas começaram a se despir e ficavam apenas com as máscaras nos olhos... beijavam-se mutuamente...
Cláudia não esperava por isso, com a mãe ali... Ficaria sem jeito para participar da orgia que se iniciava.
Cíntia estava catatônica! Paralisou, ao assistir tanta gente se esfregando, beijando, despindo... Mas estranhamente, sentiu algo, que há muito tempo estava sem: O desejo pelo sexo!
Ela sentou num cadeira e esquecendo a presença da filha, começou a se masturbar ali... Raul viu e se aproximou, dizendo:
_ Posso lamber seu grelinho, vai gostar...
Ela não respondeu, ele aceitou isso como um SIM, e começou a lamber e beijar aquele clitóris exposto, inchado pelo tesão que ela se encontrava...
Cláudia enciumada, foi se enfiar no meio das pessoas que estavam já transando e se deixou ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, fizeram um sanduíche dela... Em minutos ela esquecia Raul e se deliciava com aqueles estranhos...
Enquanto isso, Cíntia já pedia para ser penetrada por Raul, que sem esperar mais nada, lambeu a portinha do traseiro dela, depois de jogar uma taça de champanhe em cima, preparando o caminho para sua vara tesa...
Minutos depois ele já se encontrava todinho dentro dela. A mulher rebolava freneticamente naquele membro duro e se masturbava ao mesmo tempo que ele a estocava... Gozou como louca e gemia tão alto que chamou a atenção de Roberto que também estava na festa. Raul também já gozava no traseiro quente de Cíntia...
Roberto veio com Vera para perto de Raul e Cíntia, ali fizeram uma suruba bem gostosa: Trocando de casais, e depois Vera como era bi, seduziu Cíntia e fizeram um 69 bem gostoso acercadas pelos 2 homens que observavam com seus membros tesos nas mãos... Eles se masturbavam de pé, enquanto elas se chupavam, e aí deixaram o gozo vir, em cima das duas mulheres que estavam deitadas no chão... Jorrando esperma em jatos sobre elas, que aproveitavam e se ensaboavam, com o leite dos 2 homens...
**********************************
Cíntia, nunca antes havia pensado em participar de uma orgia, e adorou!
Querendo repetir a dose, pediu a Raul para que a trouxesse na próxima vez.
Cláudia percebeu que daquele dia em diante, o pedido de casamento fora esquecido: Agora Raul comeria sempre as duas: Mãe e filha a sua disposição...
Fátima Abreu
**************************************************************
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Custava a acreditar a Raul, que aquela mulher que antes achava gordinha e rosada, fosse um furacão de quem a filha tinha herdado o fogo.
Era roliça sim senhora, mas as roupas e, posteriormente, também a lingerie que lhe começou a oferecer, faziam milagres.
Começou a cuidar-se mais, a ir ao cabeleireiro, até porque Raul, bem-sucedido na vida, pagava generosamente o trabalho que faziam em casa. O outro, esse não era remunerado. Era puro tesão.
Cíntia estava há muito tempo sem uma boa pica. Talvez tivesse estado a vida inteira. Mas aquela experiência orgástica tinha-a mudado por completo.
Raul dava-se ao luxo de colocar em prática as mais inimagináveis fantasias com mãe e filha...
Num dia em que como habitualmente vieram para a arrumação da casa, Raul, ao entrarem, logo as mandou colocar de gatas no sofá.
A mãe estava de saia e foi só puxá-la para cima, para ficar à mostra o fio dental que o patrão lhe ofereceu e as ligas que este fazia questão que usasse.
Também á filha bastou puxar para baixo as calças de licra que gostava de vestir e que lhe realçavam o corpo escultural. O rabo redondinho, a lembrar as bundinhas das brasileiras.
Baixou-lhes as cuecas. Pegou na bisnaga de lubrificante e esguichou no cu das duas. Depois, retirou de uma gaveta dois introdutores anais, de forma cônica. Um em cada mão, e começou a enfiá-los no rabo daquelas mulheronas, que gemiam de prazer.
Assim que entraram até à base em borracha, ficando bem acomodados nos buraquinhos... O quarentão mandou-as vestirem as calcinhas e ordenou-lhes que fizessem assim a lide da casa, até ele achar que era altura de lhes retirar os brinquedos.
Quando o fez, tomou o cu de cada uma à vez, regando-as depois com sêmen. Um pouco para cada uma, entupindo os buracos com aquela porra branquinha.
Numa outra ocasião, pediu a Cíntia que fosse com ele até à cavalariça, onde tinha dois belos garanhões, com os quais se entretinha a passear pela propriedade e montes vizinhos.
Assim que chegaram, Raul, pediu-lhe que mudasse a palha de uma das portas. O cavalo que lá estava era um bicho muito bonito e manso, que parecia agradado por aquela mulher lhe estar a colocar feno fresco.
Raul, debruçado sobre a entrada, disse-lhe:
- Já viste o pau que ele tem Cíntia?
Já tinha visto. Era um vergalho enorme, bem negro, que pendia de uma bolas redondas. Muito limpo, que eram bem tratados aqueles cavalos.
Disse-lhe:
- Pega-lhe, não tenhas medo.
Ao mesmo tempo, acercou-se do cavalo, acariciando-lhe o pescoço e segurando as rédeas.
Cíntia estava louca por fazê-lo mas hesitava…
- Vá, não tenhas medo, toca-lhe uma punheta devagarinho.
Assim fez. Primeiro devagar, acariciando aquele mastro que não parava de lhe crescer na mão. Devia ter uns bons 40 centímetros.
Depois, já desvairada e a passar a mão na xana, tomou-o na boca, que quase lha rasgou, chupando-o como podia.
Raul alimentava aquele desvario.
- Chupa-lhe o pau todo que vais ver o que é leite.
O cavalo parece que entendeu. Estrebuchou um pouco e largou um bom meio litro de leite naquela boca, naquelas mamas, pelo seu corpo todo.
Cíntia, só dizia.
- Ai, é tão bom leite de pica de cavalo.
No final, Raul mandou-o colocar-se de gatas. Molhou a sua mão na porra do cavalo que a lambuzava toda, e lentamente, começou a introduzir a mão na sua cona, também raspada desde há algum tempo.
Meteu-a até ao pulso.
Aquela mulher em êxtase, gritava:
- Ai, é tão bom meu patrãozinho. Encha-me a cona toda. Com mais força. Com mais força.
Raul nem reparou que na porta de entrada da cavalariça, já a filha de calças baixadas esfregava como louca aquele seu grelo carnudo, gritando.
- És uma vaca mãe e eu sou uma putinha com vontade de foder esse cavalo.
Raul chamou-a para junto deles, ordenando à morena que o chupasse.
Não demorou muito a vir-se na sua boca, dizendo-lhe para que guardasse o leite sem engolir ou deitar fora. Depois, pegou nela com carinho e levou-a para junto do cavalo, dizendo para que metesse o pau do animal na boca.
Ao fazê-lo, o leite da pica de Raul começou a sair-lhe pelos cantos daquela boca deliciosa, completamente preenchida pelo bacamarte do alazão.
Vitor Ramos
Cláudia estava pensativa: Raul era um homem lindo, sabia seduzir, ela gostava realmente dele... Mas ela queria algo mais: Queria vivenciar não só o sexo, mas amor!
Sim, era uma mulher já, e bem devassa, embora sua mãe nunca iria desconfiar disso...
E os agrados que Raul lhe fazia, a mãe dela, simplesmente achava, que era por pura simpatia.
Cláudia encostou Raul na parede, certo dia:
_ Você vai continuar a me levar nas aventuras, não vai? Mas sabe, mesmo adorando esse tipo de coisa, estou me apaixonando por você... E o que vai ser de mim? Minha mãe qualquer hora vai desconfiar de tanto eu sair com você!
_ Calma minha gatinha linda... Pretendo me casar com você no civil e assim poderemos ter nossas aventuras como um casal mesmo...Como Roberto e Vera.
_ Sério mesmo? Não está me enrolando?
_ Absolutamente que não! Agora vamos para a garagem, gostaria de 'brincar' por lá com você. Aproveitamos que sua mãe está na lavanderia...
Ele não esperou que ela respondesse, e a pegou pela mão.
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A garagem estava escura, e ele acendeu uma luminária, deixando a meia luz.
Ficou de pé, e fez com que Cláudia abaixasse e abrisse o fecho do seu jeans.
Ela pôs o membro dele para fora da calça, e começou a sugá-lo...
Ele segurava a cabeça dela, quase que empurrando para que ela engolisse a vara inteira!
Quando ele já estava quase gozando, colocou para fora da boca dela e molhou o rosto dela todo, do leite quente, que brotava de seu corpo...
Ela limpou para que a mãe não visse aquilo, quando ela saísse da garagem...
Mas disse:
_ Está me devendo uma Raul!
_ Pode deixar, gatinha... Hoje de noite, você vai ter mais que uma, espere a surpresa que vou te fazer!
Ele fechou o zíper da calça e saiu da garagem com ela, conversando como se tivessem ido ali procurar alguma coisa, nas prateleiras que ficavam com suas ferramentas...
Eram 19:00 hs, e Raul dirigindo-se para a mãe de Cláudia, perguntou quando ela punha a mesa para o jantar:
_ A senhora gostaria de nos acompanhar à uma festa?
A mulher levou quase que um susto com aquela pergunta! O patrão nunca a chamava para nada, só a filha... Que estaria pensando? Respondeu-lhe então:
_ Seu Raul, nunca antes me convidou para nada, acho estranho isso, se me permite a sinceridade... Uma festa, logo isso! Acho que não tenho nem roupas adequadas, para uma festa do tipo de gente que o senhor conhece...
_ Não se preocupe com isso: Cláudia e a senhora, irão com os vestidos que eu comprei ontem para dar-lhes de presente para essa ocasião.
_ Oh, eu não esperava por isso!
Cláudia finalmente abriu a boca para se expressar:
_ Vamos mamãe, quem sabe a senhora não arruma um coroa bonitão, hein?
_ Que é isso, Cláudia? Assim me deixa sem jeito, perto do seu Raul!
_ Mas não seria nada mau... Sei que a senhora está muito tempo sem um namorado... Vamos!
_ Está bem, assim que acabarmos de jantar, iremos nos arrumar.
Raul sorriu satisfeito com a resposta... Mas não comeu muito, não queria estar com o estômago cheio, para a 'FESTA'...
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Cláudia, foi ao lado de Raul no carro e a mãe no banco de trás. Raul ficara espantado como aquela mulher, (também na casa dos 40, como ele) havia se transformado com um vestido bonito, salto alto, uma maquiagem, e um penteado para o alto...
Era como se visse agora, uma 'brilho' que nunca antes havia reparado, naquela mulher!
Chegaram ao local da festa. Muitos carros estacionados no imenso jardim daquela mansão! Cíntia ficou se sentindo um peixe fora d´água...
_ Não sei, patrão... Acho que não foi boa idéia eu ter vindo com vocês. Essa gente aí dentro é da alta sociedade... Vão notar que eu não passo de uma empregada!
_ Não se preocupe, a senhora está linda! Acho até que vou lhe chamar pelo nome Cíntia... Se importa? Também pode me chamar só pelo nome...
_ Pode me chamar como quiser. Mas daí eu chamar o senhor só de Raul... Não sei se consigo.
_ Pelo menos por hoje, tente... Se conseguir poderá ser sempre assim.
Cláudia estava preocupada com o interesse repentino de Raul pela sua mãe. Notou a diferença de tratamento depois que ela se arrumou, era como se ela antes fosse a GATA BORRALHEIRA, que se transformou em CINDERELA, para a festa!
Saíram do carro e chegaram na porta da mansão. Muita gente bonita e bem arrumada, mas Cíntia e Cláudia notaram que todos estavam com máscaras negras em seus olhos.
Raul sacou de seu terno, 3 máscaras do mesmo tipo. Colocou nas mulheres e em si. Entraram finalmente no salão da festa.
Beberam, comeram uns aperitivos que elas nunca viram antes, dançaram e depois de altas horas (porque já passava da meia noite), as pessoas começaram a se despir e ficavam apenas com as máscaras nos olhos... beijavam-se mutuamente...
Cláudia não esperava por isso, com a mãe ali... Ficaria sem jeito para participar da orgia que se iniciava.
Cíntia estava catatônica! Paralisou, ao assistir tanta gente se esfregando, beijando, despindo... Mas estranhamente, sentiu algo, que há muito tempo estava sem: O desejo pelo sexo!
Ela sentou num cadeira e esquecendo a presença da filha, começou a se masturbar ali... Raul viu e se aproximou, dizendo:
_ Posso lamber seu grelinho, vai gostar...
Ela não respondeu, ele aceitou isso como um SIM, e começou a lamber e beijar aquele clitóris exposto, inchado pelo tesão que ela se encontrava...
Cláudia enciumada, foi se enfiar no meio das pessoas que estavam já transando e se deixou ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, fizeram um sanduíche dela... Em minutos ela esquecia Raul e se deliciava com aqueles estranhos...
Enquanto isso, Cíntia já pedia para ser penetrada por Raul, que sem esperar mais nada, lambeu a portinha do traseiro dela, depois de jogar uma taça de champanhe em cima, preparando o caminho para sua vara tesa...
Minutos depois ele já se encontrava todinho dentro dela. A mulher rebolava freneticamente naquele membro duro e se masturbava ao mesmo tempo que ele a estocava... Gozou como louca e gemia tão alto que chamou a atenção de Roberto que também estava na festa. Raul também já gozava no traseiro quente de Cíntia...
Roberto veio com Vera para perto de Raul e Cíntia, ali fizeram uma suruba bem gostosa: Trocando de casais, e depois Vera como era bi, seduziu Cíntia e fizeram um 69 bem gostoso acercadas pelos 2 homens que observavam com seus membros tesos nas mãos... Eles se masturbavam de pé, enquanto elas se chupavam, e aí deixaram o gozo vir, em cima das duas mulheres que estavam deitadas no chão... Jorrando esperma em jatos sobre elas, que aproveitavam e se ensaboavam, com o leite dos 2 homens...
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Cíntia, nunca antes havia pensado em participar de uma orgia, e adorou!
Querendo repetir a dose, pediu a Raul para que a trouxesse na próxima vez.
Cláudia percebeu que daquele dia em diante, o pedido de casamento fora esquecido: Agora Raul comeria sempre as duas: Mãe e filha a sua disposição...
Fátima Abreu
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Custava a acreditar a Raul, que aquela mulher que antes achava gordinha e rosada, fosse um furacão de quem a filha tinha herdado o fogo.
Era roliça sim senhora, mas as roupas e, posteriormente, também a lingerie que lhe começou a oferecer, faziam milagres.
Começou a cuidar-se mais, a ir ao cabeleireiro, até porque Raul, bem-sucedido na vida, pagava generosamente o trabalho que faziam em casa. O outro, esse não era remunerado. Era puro tesão.
Cíntia estava há muito tempo sem uma boa pica. Talvez tivesse estado a vida inteira. Mas aquela experiência orgástica tinha-a mudado por completo.
Raul dava-se ao luxo de colocar em prática as mais inimagináveis fantasias com mãe e filha...
Num dia em que como habitualmente vieram para a arrumação da casa, Raul, ao entrarem, logo as mandou colocar de gatas no sofá.
A mãe estava de saia e foi só puxá-la para cima, para ficar à mostra o fio dental que o patrão lhe ofereceu e as ligas que este fazia questão que usasse.
Também á filha bastou puxar para baixo as calças de licra que gostava de vestir e que lhe realçavam o corpo escultural. O rabo redondinho, a lembrar as bundinhas das brasileiras.
Baixou-lhes as cuecas. Pegou na bisnaga de lubrificante e esguichou no cu das duas. Depois, retirou de uma gaveta dois introdutores anais, de forma cônica. Um em cada mão, e começou a enfiá-los no rabo daquelas mulheronas, que gemiam de prazer.
Assim que entraram até à base em borracha, ficando bem acomodados nos buraquinhos... O quarentão mandou-as vestirem as calcinhas e ordenou-lhes que fizessem assim a lide da casa, até ele achar que era altura de lhes retirar os brinquedos.
Quando o fez, tomou o cu de cada uma à vez, regando-as depois com sêmen. Um pouco para cada uma, entupindo os buracos com aquela porra branquinha.
Numa outra ocasião, pediu a Cíntia que fosse com ele até à cavalariça, onde tinha dois belos garanhões, com os quais se entretinha a passear pela propriedade e montes vizinhos.
Assim que chegaram, Raul, pediu-lhe que mudasse a palha de uma das portas. O cavalo que lá estava era um bicho muito bonito e manso, que parecia agradado por aquela mulher lhe estar a colocar feno fresco.
Raul, debruçado sobre a entrada, disse-lhe:
- Já viste o pau que ele tem Cíntia?
Já tinha visto. Era um vergalho enorme, bem negro, que pendia de uma bolas redondas. Muito limpo, que eram bem tratados aqueles cavalos.
Disse-lhe:
- Pega-lhe, não tenhas medo.
Ao mesmo tempo, acercou-se do cavalo, acariciando-lhe o pescoço e segurando as rédeas.
Cíntia estava louca por fazê-lo mas hesitava…
- Vá, não tenhas medo, toca-lhe uma punheta devagarinho.
Assim fez. Primeiro devagar, acariciando aquele mastro que não parava de lhe crescer na mão. Devia ter uns bons 40 centímetros.
Depois, já desvairada e a passar a mão na xana, tomou-o na boca, que quase lha rasgou, chupando-o como podia.
Raul alimentava aquele desvario.
- Chupa-lhe o pau todo que vais ver o que é leite.
O cavalo parece que entendeu. Estrebuchou um pouco e largou um bom meio litro de leite naquela boca, naquelas mamas, pelo seu corpo todo.
Cíntia, só dizia.
- Ai, é tão bom leite de pica de cavalo.
No final, Raul mandou-o colocar-se de gatas. Molhou a sua mão na porra do cavalo que a lambuzava toda, e lentamente, começou a introduzir a mão na sua cona, também raspada desde há algum tempo.
Meteu-a até ao pulso.
Aquela mulher em êxtase, gritava:
- Ai, é tão bom meu patrãozinho. Encha-me a cona toda. Com mais força. Com mais força.
Raul nem reparou que na porta de entrada da cavalariça, já a filha de calças baixadas esfregava como louca aquele seu grelo carnudo, gritando.
- És uma vaca mãe e eu sou uma putinha com vontade de foder esse cavalo.
Raul chamou-a para junto deles, ordenando à morena que o chupasse.
Não demorou muito a vir-se na sua boca, dizendo-lhe para que guardasse o leite sem engolir ou deitar fora. Depois, pegou nela com carinho e levou-a para junto do cavalo, dizendo para que metesse o pau do animal na boca.
Ao fazê-lo, o leite da pica de Raul começou a sair-lhe pelos cantos daquela boca deliciosa, completamente preenchida pelo bacamarte do alazão.
Vitor Ramos
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
As aventuras de um quarentão ( conto em dueto, com Vitor Ramos )
Era um homem na casa dos quarenta. Bem parecido, com muita aceitação entre as mulheres. Bem-sucedido na vida, divorciado há alguns anos, não raras vezes recebia belas mulheres na sua casa de campo, levando uma vida sexual muito realizada e plena.
Quem fazia a limpeza da casa era uma mulher "gordinha" e rosada, de uma casa vizinha, que não se intrometia na sua vida e lhe deixava a casa arrumada após os desvarios sexuais que por ali iam acontecendo.
Se a referida empregada não era nenhuma beldade, já a filha, na casa dos dezoito, era um borracho.
Morena, de cabelos negros, tinha um tesão pelo corpo todo.
A isso não era indiferente Raul, que já lhe tinha tirado as medidas e percebido que a líbido vivia naquela ninfa.
Por vezes, a morena, que se chamava Cláudia, vinha ajudar a mãe nas limpezas e por um par de vezes a garota se tinha cruzado com ele de toalha, na saída do banho, ou na descontração de um short, com que Raul se movimentava pela casa.
Reparou na malícia, viu uma ponta da língua da morena a lamber os lábios grossos numa das vezes. Piscou-lhe um olho e ela sorriu derretida.
Num fim-de-semana de verão em que se encontrava perto da piscina, a rosada empregada, que tinha perdido o marido há um par de anos num acidente numa obra, chegou perto dele dizendo que tinha que sair mais cedo para passar na Seguradora, mas que Cláudia ficaria a terminar o serviço.
Era a oportunidade perfeita.
Após uma bebida, entrou em casa para ver onde andava a morena. Deu com ela na sala a limpar o pó dos armários.
Estava prestes a perguntar-lhe se não queria beber nada, quando a campainha tocou.
Era Marta, uma loira de fogo com quem tinha uma relação completamente descomprometida, de muito sexo e folia, inclusive com amigas suas, que a vistosa trintona gostava de juntar mulheres às relações.
Assim que chegaram à sala, a loira quase assobiou quando deu de caras com aquela empregadinha de meias de lycra coladas ao rabinho, numa t’shirt branca onde se avistavam umas maminhas deliciosas, do tamanho de meia laranja cada uma.
Olhou maliciosa para Raul, começando a fazer festas no amigo, mordiscando-lhe o pescoço, até ficar cada vez mais ousada, ao mesmo tempo que metia conversa com Cláudia, indagando dos seus gostos por homens, se tinha namorado…
O espantoso é que a jovem mostrava uma desenvoltura que Raul não conhecia, respondendo umas vezes com igual malícia e outras com mistério e sedução.
Raul, perguntou-lhe se não se importava de ir à cozinha buscar uma garrafa de champanhe que estava no frio, e que trouxesse três copos.
Enquanto a morena se deslocou para o fazer, a loira perguntou-lhe sórdida:
- Vamos comer a tua empregadinha?
Raul sorriu. Sabia que a oportunidade era perfeita.
- O que sugeres?
- Deixa comigo!
Assim que Cláudia regressou, Raul abriu a garrafa, cuja espuma jorrou. Deitou o líquido borbulhante em três copos, estendendo um à improvisada empregadinha, que aceitou sorrindo.
Depois pediu-lhe que se sentasse perto dela.
O calor apertava e Marta teve uma ideia. Vestir um bikini que tinha deixado um outro dia por ali. A questão era onde?
Pediu a Cláudia para a ajudar na tarefa e saíram as duas em risinhos, deixando Raul completamente de pau feito nos calções.
Ouvia os gritinhos delas e as brincadeiras no quarto.
O Bikini estava numa das gavetas e a loira logo começou a despir a mini-saia que trazia, deixando à vista da jovem uma cinta de ligas, preta, e uma calcinha minúscula.
Pediu-lhe que a ajudasse.
- Gostas de lingerie?
- Adoro. Respondeu Cláudia.
- Deixas-me ver a tua?
- Oh, a minha é muito simples…
- Deixa-me ver - continuou a vistosa loira.
A morena começou a despir lentamente as meias calças de lycra, deixando à vista um rabo delicioso e redondo. Uma calcinha branca, muito decotada, entrava-lhe no reguinho , alargando na cinta.
- És linda, miúda!
- Obrigado, respondeu a moreninha.
- Chega-te aqui…
A loira colocou-se por detrás dela, naquela figura de calça descida, que Raul já observava perto da porta.
Começou a acariciar-lhe o rosto, os ombros. Depois os seios pequeninos. A morena contorcia-se de prazer.
Subitamente baixou-se e colocou a sua boca quente naquelas cuequinhas brancas, que lhe denunciaram uma cona sem pelo, completamente depilada.
- Raspas a 'coninha' meu anjo?
- Simmmm, respondeu Cláudia, já com a língua da loira completamente doida na sua ratinha
Raul esfregava o seu pénis enorme na entrada da porta. Era um tipo avantajado, com uns bons vinte e tal cms de pau e um diâmetro de mão.
Assim que a morena viu aquele pau perto dela, ficou possuída…
Disse para Marta, que tinha a boca cheia de leite da cona da teenager:
- Aquela piça é enorme, quero-a todaaa…
- Vais tê-la minha putinha, vais tê-la, e eu também.
Dito isto, acercaram-se de Raul e começaram como doidas a chupar e a lamber aquele vergalho.
A loira esfregava desenfreada a cona daquela amiga de ocasião e a morena retribuía da mesma forma.
Tudo se conjugava perfeito para uma excelente foda, mas eis que Raul, completamente doido, grita:
- Vou esporrar-vos, não consigo controlarrr…
E não tinha acabado de o dizer, inundava já as bocas gulosas daquelas duas deusas.
A surpresa do ato deixou-as desconcertadas, com leite a escorrer das suas bocas, pela cara toda e a deslizar-lhes pelo peito.
Desculpem... caralho, mas não aguentei…
Só que elas já não o ouviam e esfregavam-se todas naquele creme que as bolas do quarentão verteram sobre elas.
Não faltariam outras oportunidades...
********************************
( continuação de Vitor Ramos )
Cláudia era um tesão de jovem. Um 'furacão' aos 18 anos, coisa pouco habitual numa garota daquela idade.
Parecia que tinha nascido ensinada, o diabo da morena. Devassa até mais não.
Raul andava a pensar em como dar o máximo de prazer aquela ferazinha e já tinha um plano…
Naquela sexta-feira foi buscá-la à escola de moda que ela frequentava, numa cidade próxima. Quando a moreninha o viu ficou radiante.
- Tens horas para chegar a casa? - perguntou.
- Por acaso não, disse à minha mãe que ia jantar com os colegas e que eles me levavam a casa. Mas posso desmarcar. Porque perguntas?
- Quero fazer-te uma surpresa que acho que vais adorar…
- Daquelas boas? - disse Cláudia já a suspeitar que vinha aí mais uma experiência sexual intensa.
- Sim meu anjo. Vais ter muito prazer…
- Hum… gosto disso…
Raul tomou a direcção da casa de Carlos, um amigo de fodas. Quando entraram o portão da discreta quinta, depois de estacionado o carro, Raul colocou a sua mão de homem calejado no rosto da rapariga e beijou-lhe docemente os lábios. A outra mão subiu pela mini-saia e acariciou o grelinho carnudo de Cláudia, que suspirou de prazer.
- A partir daqui mando eu…
Colocou-lhe uma venda preta nos olhos e conduziu-a até á entrada da casa.
A porta foi aberta e entraram até uma sala. Cláudia percebeu que estavam ali vários homens.
Raul mandou-a colocar-se de gatas, o que ela obedeceu de imediato. De traseiro empinado, a morena vestia uma calcinha que Marta lhe oferecera, muito sensual...
Era uma visão avassaladora, aquele papinho por detrás.
Raul desviou a calcinha e começou a chupar o grelo da jovem. Primeiro só com a língua, depois metendo-o todo na boca e puxando.
A jovem segurava os biquinhos dos seus seios, acariciando-os. Estava louca de prazer e gemia.
- Simmmm, simmmm, chupa-me a coninha.
De repente sentiu um pau duro na sua boca. Começou a chupá-lo cheio de tesão. Depois sentiu um outro mais grosso, cuja cabeça quase lhe enchia a boca. Depois outro mais fino e pequeno, e outro, e outro...
A todos sugava com enorme prazer.
- Ai Raul, que acho que vou sair daqui toda fodida por estas piças boas…
- Pois vais meu anjo.
Continuava de olhos vendados. Um dos homens aproximou-se por detrás. Sentiu um líquido frio e viscoso a regar o seu rabinho.
- Oh Raul, que fazem?
- Estamos a lubrificar o teu buraquinho. Hoje vais perder a virgindade nele, habituado que está a levar só com o teu dedinho…
- Não me magoem por favor. Vai doer?
- Um pouquinho de início, mas depois vai alargar e vais gozar como uma louca…
- Ohhh, simmm. Quero!!!
Palavra mágica. Um pau começou a forçar com muito cuidado aquele buraquinho perfumado e apertadinho. A morena gemia, num misto de dor e prazer.
Até que soltou um grito, quando o pau lhe entrou todo, no seu traseirinho.
- Aiiii. Dói Raul. Dói!
- Já passa minha princesa, tu vais ver.
O quarentão começou a acariciar o grelo completamente úmido de Cláudia, ao mesmo tempo que o pau do amigo começava a entrar e a sair com mais facilidade do seu rabo.
- Hum… é bom. Gooosto.
Os vários homens foram-se revezando na penetração. Até mesmo o pau grosso que antes chupara, lhe entrava a matar no buraco.
Iam mimando aquela beleza na boca, não lhe dando tempo para reclamar. Até que o primeiro deles largou um jato de leite quente naqueles lábios carnudos, que ela sorveu até à última gota.
- Comam-me a 'coninha'. Comam-ma!
Só que não era essa a intenção de Raul. Tinha combinado com os amigos que só lhe comeriam o cuzinho daquela vez e disse isso à moreninha que continuava vendada por sua imposição.
- Ohhh. Vocês são maus…
- Vamos dar-te muito leitinho na boca, para que te lembres do gosto de todos.
E assim foi. Um a um, foram ejaculando na boca daquela garota tesuda, que a partir daquele dia, se tornou uma verdadeira mulher.
Já no carro, Raul retirou-lhe a venda dos olhos e perguntou-lhe:
- Gostaste fofinha?
- Adorei, apesar de ter o meu traseiro todo dolorido...
Vitor Ramos ( escritor português )
O quarentão não se fazia de satisfeito, sempre que podia, dava asas para a imaginação e levava Cláudia sempre que podia (e fugia aos olhos da mãe, da jovem ) para alguma de suas aventuras...
O dia estava claro, ensolarado e convidava a um passeio. Com essa desculpa boa, pediu para Cláudia o acompanhar num piquenique perto de seu sítio, na beira da lagoa, que ali se estendia. A mãe da moça não vendo nada demais, disse então:
_ Vai minha filha, o patrão está chamando para passear, é bom para você tomar um 'solzinho', está sempre dentro de casa... e já me ajuda muito, merece ter uma folguinha...
_ Está bem, mamãe. Vou sim, está um dia tão bonito, vou arrumar a cesta com as coisas.
Raul já estava excitado, só de pensar nas possibilidades...
A jovem acenou para a mãe que estava limpando a mesa da varanda, e entrou no carro feliz, pois já adivinhava o prazer que teria nesse passeio ao ar livre!
Dentro do carro, Raul já passava a mão pela coxas roliças de Cláudia e ela pegou com vontade a mão esquerda dele, e a levou até a sua xaninha que se encontrava totalmente desnuda... livre de qualquer calcinha.
Raul percebeu com seus dedos exploradores que ela já estava meladinha, e perguntou sorrindo:
_ Ah, Claudinha... Está querendo um mastro grosso te enchendo todinha aqui, não é?
_ Quero sim, Raul!
_ Mas hoje te faço mais uma de minhas surpresas: Teremos companhia, que já nos aguarda na beira da lagoa...
_ E quem é?
_ Vai saber já, estamos chegando.
Continuava a lambuzar os dedos na vagina molhada dela, que já exalava um cheiro que convidava ao ato sexual...
Parou o carro então, estacionando embaixo de uma mangueira frondosa. Desceram e Raul disse:
_ Olha para lá, Claudinha... Vê duas pessoas na margem da lagoa?
_ Sim, são a nossa companhia, imagino...
_ Exatamente... vamos em frente, traga a cesta, afinal, também teremos que comer as guloseimas do piquenique!
Ela obedeceu e trouxe a cesta no braço até onde quelas duas pessoas estavam.
_ Bom dia, meus amigos!
Disse Raul sorridente...
_ Bom dia, Raul. Então essa é a Cláudia, que você nos falou?
A jovem, adiantou-se dando a mão para cumprimentar, e respondeu por Raul:
_ Eu mesma.
Raul e Cláudia, sentaram-se ao lado do casal, estendendo a toalha e colocando sobre ela, a cesta. Serviram-se do que quiseram. Abriram uma garrafa de vinho tinto. E bebendo, as mentes começaram a ficar mais leves, abertas ao que viesse em seguida...
A mulher que estava só olhando para o corpo de Cláudia, se chamava Vera. O marido, era Roberto. Ela foi se chegando para Cláudia, que entendendo suas intenções, disse com a maior liberdade:
_ Gosta de mulheres também Vera?
_ De vez em quando é bom variar... Sou bi, e meu marido adora isso!
_ Hummm... que bom! Relação bem aberta...
Vera aproveitando a deixa, passou a mão suavemente pelos seios de Cláudia, durinhos de tesão já...
Cláudia retribuiu, dando um beijo ns boca bem quente, e apertando suas coxas até chegar na calcinha fio dental que Vera usava, afastando e metendo o dedo indicador para masturbá-la. Que por sinal, já estava bem molhadinha, tanto quanto ela!
As duas se despiram na frente dos dois homens, que estavam já de membro duro na mão, naquela situação...
Deitaram-se na toalha, afastando a cesta para o lado e ali começaram a fazer um 69 delicioso, os homens se aproximaram mais...
Depois disso, Vera pegou o mastro de Raul e começou a sugar, enquanto Cláudia fazia o mesmo, com Roberto. E quando Raul pediu que Vera parasse, era porque já queria sentir a vagina melada daquela mulher, penetrando-a na frente de Roberto. O marido de Vera, achando lindo sua mulher dando para o amigo, disse excitado:
_ Come bem minha Verinha, ela merece ser bem comida, Raul!
Raul mal escutava o que Roberto dizia: estava no meio daquela cavalgada, onde Vera estava de 4, delirando de tesão e pedindo para enfiar mais e dando gritinhos de prazer...
Roberto então pegou Cláudia e de conchinha a comeu, e nessa posição, a jovem gozou como louca e dizia:
_ Aiiiii, ui... me chama de égua, de vadia, de putinha, de qualquer coisa, mas me xinga! Estou gozando muiiiiiiiiito!
Ele louco com isso a xingava e metia fundo e cada vez mais rápido... Até que tirou da xaninha de cláudia e gozou, jorrando leite em suas ancas...
Enquanto isso, Raul já estava comendo o traseirinho de Vera, que gritava:
_Uiiii, dói mas é bom! Vai me come garanhão!
Vera, se masturbava para diminuira a odr que sentia no começo da penetração do seu traseiro por Raul... Assim, ela gozava no grelo, e não sentia mais dor no seu buraquinho apertado, porque já estava toda 'anestesiada' pelo orgasmo no clitóris...
Raul deu um urro enorme quando o gozo veio, inundando a bundinha de Vera, que depois, deixou sair o leite na frente de Roberto, para que ele se deliciasse com a visão do seu buraquinho melado com o gozo de seu amigo...
Satisfeitos, deixaram-se ficar ali, todos deitados na toalha que se tornou pequena para os 4...
Depois, os homens ficaram olhando as duas se esfregando, enquanto se recobravam... Elas gozavam feito loucas, esfregando as xanas uma na outra, e beijando-se intensamente... Era lindo aquilo!
Logo, os homens já estavam tesos e prontos para outra, pela excitação dos gemidos daquelas duas...
A tarde veio e cada casal tomou o rumo de volta... Mas combinaram outro piquenique, da próxima vez, numa praia deserta e com mais outros casais, para um bom swing...
Fátima Abreu
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
O LIVRO NOVO, ESTÁ PRONTO!
http://www.clubedeautores.com.br/book/123541--A_FRATERNIDADE_DO_CIRCULO
SIGAM O LINK E VEJAM OS DETALHES DE COMO ADQUIRIR A VERSÃO IMPRESSA, NA EDITORA, OU SE PREFERIREM COMPRAR DIRETAMENTE COMIGO, EM PDF (E-BOOK C/ CAPA ANEXA PARA ENCADERNAR), BASTA SOMENTE DEPOSITAR O VALOR DE 10 REAIS NA MINHA CONTA QUE ESTÁ AQUI NO BLOG, ENVIANDO UM E-MAIL TAMBÉM, PARA QUE EU SAIBA O ENDEREÇO DE ENVIO DO ARQUIVO.
SINOPSE:
ÍTALO APAIXONA-SE POR CLARA, DESDE
O PRIMEIRO MOMENTO. DEPOIS QUE
CLARA PASSA POR UMA TRAGÉDIA,
PERDENDO TUDO QUE TINHA, VIAJAM
PARA A EUROPA E QUANDO VOLTAM,
CASAM―SE.
CLARA SE UNE AO “CÍRCULO”: UM GRUPO
DE PESSOAS QUE TEM EM COMUM, A
AMIZADE E O SEXO. UMA ESPÉCIE DE
“FRATERNIDADE”, COM NORMAS A SEREM
CUMPRIDAS.
CECÍLIA, UMA JOVEM E PODEROSA
MILIONÁRIA, É A DONA DO ‘CASARÃO’,
ONDE O SEXO É ‘INICIADO’ E PRATICADO
COM UMA GRANDE UNIÃO ENTRE SEUS
PARTICIPANTES...
UM CRIME ENVOLVERÁ ÍTALO, CLARA E
AS PESSOAS DO “CÍRCULO”.
VOCÊ ENCONTRARÁ MUITAS DOSES DE
EROTISMO NESSE ROMANCE POLICIAL.
CONFIRA JÁ!
BOA LEITURA!
***********
SIGAM O LINK E VEJAM OS DETALHES DE COMO ADQUIRIR A VERSÃO IMPRESSA, NA EDITORA, OU SE PREFERIREM COMPRAR DIRETAMENTE COMIGO, EM PDF (E-BOOK C/ CAPA ANEXA PARA ENCADERNAR), BASTA SOMENTE DEPOSITAR O VALOR DE 10 REAIS NA MINHA CONTA QUE ESTÁ AQUI NO BLOG, ENVIANDO UM E-MAIL TAMBÉM, PARA QUE EU SAIBA O ENDEREÇO DE ENVIO DO ARQUIVO.
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ÍTALO APAIXONA-SE POR CLARA, DESDE
O PRIMEIRO MOMENTO. DEPOIS QUE
CLARA PASSA POR UMA TRAGÉDIA,
PERDENDO TUDO QUE TINHA, VIAJAM
PARA A EUROPA E QUANDO VOLTAM,
CASAM―SE.
CLARA SE UNE AO “CÍRCULO”: UM GRUPO
DE PESSOAS QUE TEM EM COMUM, A
AMIZADE E O SEXO. UMA ESPÉCIE DE
“FRATERNIDADE”, COM NORMAS A SEREM
CUMPRIDAS.
CECÍLIA, UMA JOVEM E PODEROSA
MILIONÁRIA, É A DONA DO ‘CASARÃO’,
ONDE O SEXO É ‘INICIADO’ E PRATICADO
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PARTICIPANTES...
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EROTISMO NESSE ROMANCE POLICIAL.
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Lingeries II
Ainda que esse mar esteja entre nós,
os pensamentos que me levam até você
são os de total e intenso desejo, meu bem querer...
Não digas nada agora,
apenas leia,
as palavras dessa mulher que te adora...
Nas lingeries deixadas sobre a cama,
presentes em teu desejo,
estão o meu cheiro, a exalar
chamando-te para em mim,
teu mastro teso, suavemente tocar...
Deixei meu mel molhar, na frente da calcinha
quase que uma doce linha...
Cheiro de mulher,
que o seu mastro quer!
Na copa de meu soutien, abrigo meus seios fartos
Melões de sabor para teus lábios...
Tua boca que fica aberta, ao encará-los
Será que darás conta de chupá-los?
Creio que sim, meu doce!
Sabes bem os mimos de que tua fêmea ardente gosta...
Aceitas agora minha proposta?
Vem ter comigo agora
O maior gozo que jamais teve antes!
Molha a calcinha, fio dental
Com tua saliva espessa
Babando de tesão louco,
Pela fêmea, que te faz de caçador... à presa!
Fátima Abreu
os pensamentos que me levam até você
são os de total e intenso desejo, meu bem querer...
Não digas nada agora,
apenas leia,
as palavras dessa mulher que te adora...
Nas lingeries deixadas sobre a cama,
presentes em teu desejo,
estão o meu cheiro, a exalar
chamando-te para em mim,
teu mastro teso, suavemente tocar...
Deixei meu mel molhar, na frente da calcinha
quase que uma doce linha...
Cheiro de mulher,
que o seu mastro quer!
Na copa de meu soutien, abrigo meus seios fartos
Melões de sabor para teus lábios...
Tua boca que fica aberta, ao encará-los
Será que darás conta de chupá-los?
Creio que sim, meu doce!
Sabes bem os mimos de que tua fêmea ardente gosta...
Aceitas agora minha proposta?
Vem ter comigo agora
O maior gozo que jamais teve antes!
Molha a calcinha, fio dental
Com tua saliva espessa
Babando de tesão louco,
Pela fêmea, que te faz de caçador... à presa!
Fátima Abreu
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
MEU NOVO LIVRO
MEUS QUERIDOS LEITORES E AMIGOS:
COMECEI UM NOVO LIVRO NO SÁBADO, ESPERO TERMINAR ESSA SEMANA, JÁ QUE EU TINHA PREVISTO FAZER ISSO ATÉ SEGUNDA, MAS NÃO DEU (PELO MEU PROBLEMINHA DE COLUNA QUE NÃO ME DEIXA, MESMO TOMANDO OS REMÉDIOS), TAMBÉM DIVIDO O PC, COM MINHA FILHA E MARIDO, ENTÃO FICA DIFÍCIL ESTAR TECLANDO VÁRIAS HORAS PARA TERMINAR O LIVRO...
QUEM ME DERA UM DIA, PODER TER UM NOTEBOOK PARA TECLAR NA MINHA CAMINHA, EM DIAS DE CHUVA COMO DESSE FIM DE SEMANA PASSADO!
O LIVRO É UM ROMANCE POLICIAL, COM TOQUES DE SENSUALIDADE, AO ESTILO IRVING WALLACE, HAROLD ROBBINS E SIDNEY SHELDON.
(QUE SÃO MEUS AUTORES ESTRANGEIROS PREFERIDOS)
ESTE NOVO LIVRO, NÃO ESTARÁ DISPONÍVEL AQUI NO MEU BLOG, NEM NOS OUTROS QUE TENHO, SERÁ TEXTO INÉDITO, MAS BASEADO EM MINHAS PERSONAGENS FEMININAS: COMO A JANE DE " O LUAR DE SAPUCAIA", DO MEU LIVRO ANTERIOR, CECÍLIA, ( QUE ESTÁ NOS MEUS CONTOS NO OUTRO BLOG: DAMA DA SOCIEDADE, PODEROSA E LOUCA POR SEXO... ALÉM DE LANA, REBECA E DE PERSONAGENS NOVAS.
ESPERO QUE DESTA VEZ A CURIOSIDADE DOS LEITORES, ME RENDA UMA BOA VENDA, PARA QUEM SABE, EU PODER COMPRAR MEU NOTEBOOK QUE TANTO QUERO...
UM BEIJO PARA TODOS!
COMECEI UM NOVO LIVRO NO SÁBADO, ESPERO TERMINAR ESSA SEMANA, JÁ QUE EU TINHA PREVISTO FAZER ISSO ATÉ SEGUNDA, MAS NÃO DEU (PELO MEU PROBLEMINHA DE COLUNA QUE NÃO ME DEIXA, MESMO TOMANDO OS REMÉDIOS), TAMBÉM DIVIDO O PC, COM MINHA FILHA E MARIDO, ENTÃO FICA DIFÍCIL ESTAR TECLANDO VÁRIAS HORAS PARA TERMINAR O LIVRO...
QUEM ME DERA UM DIA, PODER TER UM NOTEBOOK PARA TECLAR NA MINHA CAMINHA, EM DIAS DE CHUVA COMO DESSE FIM DE SEMANA PASSADO!
O LIVRO É UM ROMANCE POLICIAL, COM TOQUES DE SENSUALIDADE, AO ESTILO IRVING WALLACE, HAROLD ROBBINS E SIDNEY SHELDON.
(QUE SÃO MEUS AUTORES ESTRANGEIROS PREFERIDOS)
ESTE NOVO LIVRO, NÃO ESTARÁ DISPONÍVEL AQUI NO MEU BLOG, NEM NOS OUTROS QUE TENHO, SERÁ TEXTO INÉDITO, MAS BASEADO EM MINHAS PERSONAGENS FEMININAS: COMO A JANE DE " O LUAR DE SAPUCAIA", DO MEU LIVRO ANTERIOR, CECÍLIA, ( QUE ESTÁ NOS MEUS CONTOS NO OUTRO BLOG: DAMA DA SOCIEDADE, PODEROSA E LOUCA POR SEXO... ALÉM DE LANA, REBECA E DE PERSONAGENS NOVAS.
ESPERO QUE DESTA VEZ A CURIOSIDADE DOS LEITORES, ME RENDA UMA BOA VENDA, PARA QUEM SABE, EU PODER COMPRAR MEU NOTEBOOK QUE TANTO QUERO...
UM BEIJO PARA TODOS!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
MUSA- DUETO COM O MEU AMOR
MUSA
Fátima, você é a terra onde nós homens deitamos
nos seus sulcos, é de onde tiramos a força para crescer.
Recebe-nos como a terra recebe a semente,
semeia...
Pode nos multiplicar em vários homens,
ou nos ceifar e amaldiçoar nossa raiz.
Amar-te no meio de tuas pernas,
tencionar o arado no teu sulco,
espalhar o gozo pela terra.
E é no teu âmago,
que nossa vida se encerra.
FÁBIO MEEZI
***********
Espalho o gozo pela Terra,
Para quem quiser me ler...
Porque agora no meu corpo, apenas você...
Para aqueles que gostam de sentir os rompantes de paixão,
Faço os versos, revelando desejos antes escondidos,
Transparência da minha alma devassa,
Que diz tudo, em minhas ardentes palavras...
No meu corpo, é você que agora toca,
Sente os caminhos, as curvas...
Sabe cada lugar...
Lambe, esfrega, sorve, copula!
E daí em diante, é só gozar...
Urra desvairado como um leão
E eu, gemo toda dengosa,
Quando o orgasmo vem então...
FÁTIMA ABREU*************
domingo, 22 de janeiro de 2012
Preparados para o deleite...Dueto com DANIEL
Preparados para o deleite...
Te esperava meu querido,
Entra, fecha a porta.
Toma um taça de vinho?
Olha como é bom, esse nosso ninho...
É bem agradável aqui.
Vê os lençóis de seda?
Preparados para nosso deleite...
Na banheira, coloquei rosas vermelhas.
Sente o aroma no ar?
É almíscar, para te encendiar...
Salto alto e fino
Espartilho para você retirar depois...
Quando estivermos aqui na cama
Rolando, rolando, nós dois...
Deixa que eu te tire a roupa
Gosto de despir um homem
Sensação de posse, talvez...
Mas na verdade é um prazer
Muito mais, quando vejo o teu mastro crescer...
Fátima Abreu
****************************************
Te esperava meu querido,
Entra, fecha a porta.
Toma um taça de vinho?
Olha como é bom, esse nosso ninho...
É bem agradável aqui.
Vê os lençóis de seda?
Preparados para nosso deleite...
Na banheira, coloquei rosas vermelhas.
Sente o aroma no ar?
É almíscar, para te encendiar...
Salto alto e fino
Espartilho para você retirar depois...
Quando estivermos aqui na cama
Rolando, rolando, nós dois...
Deixa que eu te tire a roupa
Gosto de despir um homem
Sensação de posse, talvez...
Mas na verdade é um prazer
Muito mais, quando vejo o teu mastro crescer...
Fátima Abreu
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- Me esperava, me queria, aqui estou
- Quero saciar minha sede, dê-me teu vinho
- Aconchegante... soube escolher bem
- Entre estes lençóis a volúpia nos aguarda:
- Cama, banheira, de prazer transbordar!
- Sinto aromas... almíscar, rosas no ar...
- Que bela lingerie, contrasta com tua pele!
- Espartilho, meia e salto alto, conhece meu gosto...
- Vem deitar comigo, tira a minha roupa:
- Me dispa, com o olhar de desejo que só você tem!
- Tem posse do meu também...
- Teu prazer é meu deleite,
- Não veja apenas: toque, sinta, abocanhe!
- Mata sua sede com meu leite...
Daniel Williams
******************************************
Ai, e como mato!
Leite morno...
Saído agora de teu corpo...
Te deixei exausto?
Se recomponha então...
Vamos a um segundo round,
Sem pressão...
Te deixarei em "ponto de bala"
Com meus carinhos sutis...
Beijos, massagens, lambidas febris...
Ponho a língua a explorar teu ouvido
Te provoco um arrepio...
desço pelo resto do teu corpo
Contornando com a língua atrevida,
Os mais quentes pontos desse corpo em brasa
Que em mim se instala...
Segue o caminho do desejo:
Percorre também
O meu corpo com tua língua
Abre a gruta que te instiga...
Mordisca o botão vermelhinho,
Joga vinho...
Lambe agora...
À mulher que te faz gozar, dá prazer!
Mas que outras, que já esteve com você...
Fátima Abreu
*********************************
Gozos misturados
Seu corpo ainda sobre o meu
Sinuosos movimentos
Ritmados e intensos
Exauto? Não, quero mais de você!
Teu cheiro me excita e instiga
Beija, lambe, suga...
Meu corpo anseia o seu
Inverto, te deito na cama,
Afasto tuas coxas,
Penetro a lingua ávida
Ora no fundo, ora teu grelo
Sugo-o com vontade
Os dedos dentro de você...
Goza, na boca do teu macho
Goza, como nunca gozou!
Daniel Williams
********************************************
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
LIVRO DAS MINHAS PERSONAGENS, COMPRE JÁ!
SE VC GOSTA DOS CONTOS DA LANA, SIGA O LINK E COMPRE O LIVRO:
http://www.clubedeautores.com.br/book/43201--LANA_DIANA_REBECA__E_OUTRAS
PODE COMPRAR DIRETAMENTE COMIGO TAMBÉM EM PDF, ( E-BOOK ) BASTA ENVIAR 1 E-MAIL E DEPOSITAR NA MINHA CONTA R$ 15,00, ( ESTÁ AÍ DO LADO DIREITO DO BLOG), DEPOIS DE ENTRAR A QUANTIA, ENVIO O ARQUIVO COM A CAPA TBM, CASO QUEIRA IMPRIMIR.
OBS: A IMAGEM MEDIEVAL É RELATIVA ÀS PERSONAGENS FLEURINE, MORGANA E A 'CONDESSA DO CASTELO DAS COXAS'...
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
AS PRIMAS ( O PRIMEIRO ORGASMO DE LANA)
O PRIMEIRO ORGASMO DE LANA
ELA NÃO SABIA O QUE ERA ISSO, NÃO TINHA IDÉIA NENHUMA...
MAS, UM BELO DIA, ( E SE TORNOU MAIS BELO AINDA DEPOIS ) EM SUA CASA, TIVERAM VISITAS...
UMAS PESSOAS QUE ELA NÃO CONHECIA, PRIMOS DOS PRIMOS, TALVEZ...
ELA MESMA NÃO SABIA O GRAU DE PARENTESCO...
NO MEIO DESSAS PESSOAS, HAVIA OUTRA GAROTA:
ERA MAIS VELHA QUE ELA, 3 ANOS... JÁ ADOLESCENTE, COM OS HORMÔNIOS NA PELE, FAZENDO AFLORAR SUAS TENTAÇÕES...
LANA CHAMOU A SUPOSTA "PRIMA" PARA JOGAR ALGUMA COISA, MAS NÃO SABIA NO QUE IRIA, ISSO DAR...
A TAL PRIMA LHE DISSE ENTÃO:
_ VAMOS ALI PARA BAIXO DA MESA, ESCONDIDAS PELA TOALHA, QUE UMA COISA EU QUERO TE MOSTRAR... MAS NÃO QUERO QUE NINGUÉM VEJA!
LANA CURIOSA, FOI ENTÃO...
LANA, VIU A "PRIMA" TIRAR A CALCINHA, E A BULINAR SEU "BOTÃOZINHO" QUE ELA MESMA, NÃO SABIA QUE ERA BOM TOCAR...
A PRIMA LHE DISSE:
_ FAZ TAMBÉM, LANA, VAI GOSTAR... ESSA 'BRINCADEIRA', SE CHAMA "SALIÊNCIA", É MUITO GOSTOSA... EXPERIMENTA!!!
LANA RESPONDEU:
_ TÁ VOU PROVAR, SE EU GOSTAR VOU FAZER SEMPRE...
E ALI FICARAM, AS DUAS GAROTAS SE TOCANDO... CADA UMA, COM SEU GRELINHO SENDO BULINADO, ATÉ QUE ENTÃO, LANA SENTIU UMA COISA ESTRANHA!
DISSE PARA A PRIMA:
_ NOSSA! QUE COISA GOSTOSA, É ESSA, PRIMA? EU ESTOU TODA MELADA, É UMA COISA MUITO BOA, AI, AI...AI...UIIIIIIIIIIII!!!
E ASSIM, LANA FOI INTRODUZIDA PELA PRIMA, AO SEU PRIMEIRO ORGASMO DESSA VIDA...
( DALI EM DIANTE, LANA NUNCA MAIS PAROU... PROVOU DO GOZO, VICIOU! )
DEPOIS, AS DUAS FICARAM BULINANDO ENTRE SI, UMA FAZENDO NA OUTRA, NUM GOSTOSO SENTIR...
AH, E A PRIMA AINDA A ENSINOU BEIJAR NA BOCA... ELA ADOROU!!!
QUANDO A PRIMA RETORNAVA À SUA CASA, ELAS SE ESCONDIAM EM QUALQUER LUGAR, PARA JUNTAS FAZER O JOGO DA "SALIÊNCIA", A BRINCADEIRA DE SE TOCAR...
OUTRAS VEZES DIZIAM QUE ESTAVA CALOR E IAM TOMAR BANHO JUNTAS NO BANHEIRO.
ALI FICAVAM ESQUECIDAS DE TODO O RESTO, DEITADAS OU SENTADAS NO BOX, SE ACARICIAVAM MUTUAMENTE, BEIJAVAM-SE...
UMA VEZ LANA RETIROU O CHICLETE QUE MASTIGAVA, E COLOU NO GRELINHO DA PRIMA, APERTAVA E PUXAVA, DANDO PRAZER PARA ELA...
COM O TEMPO, LANA FICOU MAIS ESPERTA QUE A PROPRIA PRIMA, QUE A INICIOU NO SEXO...
LANA CADA VEZ INVENTAVA MAIS MANEIRAS DE DAR E RECEBER PRAZER COM SUA PRIMA...
A ESFREGAÇÃO DAS DUAS XANINHAS, ERA A SUA PREFERIDA: FICAVAM LOUCAS EMBAIXO DA ÁGUA DO CHUVEIRO SE ESFREGANDO DAQUELE JEITO...
LANA TAMBÉM DAVA SEU GOZO NA BOCA DA PRIMA, E PEDIA QUE ELA CHEIRASSE BASTANTE SUA VULVINHA...
O SEXO TORNOU-SE A 'BRINCADEIRA' PRINCIPAL DE LANA, DAÍ EM DIANTE...
FORAM-SE AS OUTRAS!
O QUE ELA QUERIA, ERA GOZO, TODO DIA...
Fátima Abreu
domingo, 8 de janeiro de 2012
Always will be - HammerFall
QUANDO NOSSOS CORPOS SE MISTURAM,
LEMBRAMOS DESSA MÚSICA
EU, PASSEANDO EM CIMA DA MESA DA SALA,
ONDE VOCÊ ME PÔS,
A TUA MÃO SEGURANDO A MINHA,
A MÚSICA AO FUNDO
ESTAVA NOS TEUS BRAÇOS NAQUELE MOMENTO...
DESEJOS AFLORANDO,
JOGADA EM TEU COLO,
QUAL CRIANÇA DESPROTEGIDA,
ÍAMOS PARA O QUARTO
E A CÓPULA SE FAZIA...
FÁTIMA ABREU
domingo, 1 de janeiro de 2012
Os cunhados
Ela era bi, disso ele sabia fazia tempos.
Mas insinuava-se sempre para o cunhado, talvez fosse uma fantasia...
Saber que tinha poder de sedução para isso: Ficar com o marido da irmã, numa devassidão desejada por ambos!
**************************
Passaram a noite de Ano Novo, na mesma casa. Ela tinha vindo especialmente pela data. Era comum isso, todos os anos...
Mas a sua irmã, sem desconfiara de nada, deitara-se mais cedo, logo depois de romper o ano e os fogos cessarem enfim.
Estava um pouco embriagada de sono e vinho...
Despediu-se do marido e da irmã que viera, para se recolher ao quarto. Sabia que ficariam ali ainda conversando um tempo, mas ela não se incomodava...
A filha mais velha do casal, ainda estava acordada, andava pela casa.
Eles conversavam em tom baixo, e em certo momento, a cunhada se virou e disse:
_ E aí cunhadinho, andas transando muito por aí?
Ao que ele respondeu:
_ O de sempre... pego quem esteja na minha rede!
Ela, habilmente foi relatando suas conquistas com as mulheres, porque sabia que isso deixava teso, o cunhado...
O volume da vara do homem, já era evidente dentro da calça. E imaginou a cena que ela descrevia em detalhes naquele momento...
Como sabiam que a filha dele estava acordada, ela sugeriu que fossem para outro aposento mais afastado, já que a casa era bem grande...
Subiram para a biblioteca, era bem discreta, e poderiam alegar caso alguém aparecesse, que estavam procurando um bom livro para ler antes de dormir, chamando assim o sono...
Mas a realidade era outra:
Queriam desfrutar do tesão que lhes acometia...
Ela ficou de joelhos, empinando aquelas nádegas convidativas, mas dado momento, perceberam não ter nenhum preservativo com eles.
Isso não seria um problema... Gozariam de qualquer forma! Era para isso que ali estavam: Matar aquele desejo incontrolável!
Para ela, era mais que desejo para dizer a verdade: Era trair a irmã, isso por si só, já lhe deixava excitada...
Mas para ele, homem de muitas conquistas, era mais uma aventura para viver intensamente: O perigo de alguém chegar, atiçava mais aquela sensação de tesão...
***********************
Ela tratou de começar com lambidinhas na cabecinha, o que o deixou completamente doido!
Sugou então, ferozmente aquela vara à sua frente.
Ela estava de saia e meias de colegial, isso aumentava a imaginação dele...
Ele a pôs de pé então, e levantou sua saia. Mas a surpresa aí chegou: Ela estava sem calcinhas, raspadinha e prontinha para o coito!
Ele começou a chupar aquele grelo bem gostoso, enquanto pensava nela fazendo o mesmo na amiga...
Depois, ela colocou a vara dele na boca, e o cunhado perguntou:
_ Queres que te encha de leite essa boquinha?
Ela continuou no vai e vem, sugando cada vez mais...
Ela não respondeu, não dava mais tempo, pois ele já gozava na boca, rosto e escorria pelo decote generoso da cunhada...
Ela não pensou duas vezes e espalhou aquele leite, pela pele, como se fosse um hidratante, mas no seu íntimo queria ser penetrada.
Ele percebeu isso. Procurou algum objeto cilindríco na biblioteca para penetrá-la...
Achou uma vela longa, e retirou do candelabro.
Trouxe até a cunhada. Ele levantou novamente sua saia e lambeu aquele traseirinho que pedia piscando... Estava cheiroso...
Lentamente, penetrou-a com a vela longa, enquanto da sua boquinha, ainda pingava o gozo dele.
Ela rebolava desvairada na vela, gemia, e ele introduzia cada vez mais fundo...
Colocou o grelo dela em sua boca, sugou, até que ela gozava deixando correr um líquido quentinho meio salobre. Retirou finalmente a vela daquele traseiro guloso...
De súbito, ele teve vontade de lamber aquele orifício que minutos antes, havia estado aberto. Assim ele fez. Lambeu, e ela deliciou-se com isso.
Mas o que veio a seguir o deixou mais surpreso: Ela pegou a vela, cheirou, lambeu, como se fosse o membro dele realmente...
Depois, convidativa, virou-se para que ele vislumbrasse seu buraquinho, e com a mão para trás, masturbou-lhe para que ficasse bem teso novamente.
Ele acabou gozando ali, naquelas nádegas.
Ela passou todo o leite do cunhado, no buraquinho, numa satisfação deliciosa!
Ficaram ali saciados mais uns minutos. Ele pegou uma toalhinha que tinha ao lado do sofá da biblioteca e a limpou toda.
Voltaram para a sala, continuaram a conversar, como se nada houvesse acontecido antes.
A filha dele, passou com um copo de leite na mão, e perguntou:
_ Vocês não querem tomar leite também? Dá sono, bem quentinho...
A tia da menina, respondeu com um sorrisinho entre os lábios:
_ Obrigada querida, hoje já tomei bastante leite!
Fátima Abreu
Mas insinuava-se sempre para o cunhado, talvez fosse uma fantasia...
Saber que tinha poder de sedução para isso: Ficar com o marido da irmã, numa devassidão desejada por ambos!
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Passaram a noite de Ano Novo, na mesma casa. Ela tinha vindo especialmente pela data. Era comum isso, todos os anos...
Mas a sua irmã, sem desconfiara de nada, deitara-se mais cedo, logo depois de romper o ano e os fogos cessarem enfim.
Estava um pouco embriagada de sono e vinho...
Despediu-se do marido e da irmã que viera, para se recolher ao quarto. Sabia que ficariam ali ainda conversando um tempo, mas ela não se incomodava...
A filha mais velha do casal, ainda estava acordada, andava pela casa.
Eles conversavam em tom baixo, e em certo momento, a cunhada se virou e disse:
_ E aí cunhadinho, andas transando muito por aí?
Ao que ele respondeu:
_ O de sempre... pego quem esteja na minha rede!
Ela, habilmente foi relatando suas conquistas com as mulheres, porque sabia que isso deixava teso, o cunhado...
O volume da vara do homem, já era evidente dentro da calça. E imaginou a cena que ela descrevia em detalhes naquele momento...
Como sabiam que a filha dele estava acordada, ela sugeriu que fossem para outro aposento mais afastado, já que a casa era bem grande...
Subiram para a biblioteca, era bem discreta, e poderiam alegar caso alguém aparecesse, que estavam procurando um bom livro para ler antes de dormir, chamando assim o sono...
Mas a realidade era outra:
Queriam desfrutar do tesão que lhes acometia...
Ela ficou de joelhos, empinando aquelas nádegas convidativas, mas dado momento, perceberam não ter nenhum preservativo com eles.
Isso não seria um problema... Gozariam de qualquer forma! Era para isso que ali estavam: Matar aquele desejo incontrolável!
Para ela, era mais que desejo para dizer a verdade: Era trair a irmã, isso por si só, já lhe deixava excitada...
Mas para ele, homem de muitas conquistas, era mais uma aventura para viver intensamente: O perigo de alguém chegar, atiçava mais aquela sensação de tesão...
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Ela tratou de começar com lambidinhas na cabecinha, o que o deixou completamente doido!
Sugou então, ferozmente aquela vara à sua frente.
Ela estava de saia e meias de colegial, isso aumentava a imaginação dele...
Ele a pôs de pé então, e levantou sua saia. Mas a surpresa aí chegou: Ela estava sem calcinhas, raspadinha e prontinha para o coito!
Ele começou a chupar aquele grelo bem gostoso, enquanto pensava nela fazendo o mesmo na amiga...
Depois, ela colocou a vara dele na boca, e o cunhado perguntou:
_ Queres que te encha de leite essa boquinha?
Ela continuou no vai e vem, sugando cada vez mais...
Ela não respondeu, não dava mais tempo, pois ele já gozava na boca, rosto e escorria pelo decote generoso da cunhada...
Ele percebeu isso. Procurou algum objeto cilindríco na biblioteca para penetrá-la...
Achou uma vela longa, e retirou do candelabro.
Trouxe até a cunhada. Ele levantou novamente sua saia e lambeu aquele traseirinho que pedia piscando... Estava cheiroso...
Lentamente, penetrou-a com a vela longa, enquanto da sua boquinha, ainda pingava o gozo dele.
Ela rebolava desvairada na vela, gemia, e ele introduzia cada vez mais fundo...
Colocou o grelo dela em sua boca, sugou, até que ela gozava deixando correr um líquido quentinho meio salobre. Retirou finalmente a vela daquele traseiro guloso...
De súbito, ele teve vontade de lamber aquele orifício que minutos antes, havia estado aberto. Assim ele fez. Lambeu, e ela deliciou-se com isso.
Mas o que veio a seguir o deixou mais surpreso: Ela pegou a vela, cheirou, lambeu, como se fosse o membro dele realmente...
Depois, convidativa, virou-se para que ele vislumbrasse seu buraquinho, e com a mão para trás, masturbou-lhe para que ficasse bem teso novamente.
Ele acabou gozando ali, naquelas nádegas.
Ela passou todo o leite do cunhado, no buraquinho, numa satisfação deliciosa!
Ficaram ali saciados mais uns minutos. Ele pegou uma toalhinha que tinha ao lado do sofá da biblioteca e a limpou toda.
Voltaram para a sala, continuaram a conversar, como se nada houvesse acontecido antes.
A filha dele, passou com um copo de leite na mão, e perguntou:
_ Vocês não querem tomar leite também? Dá sono, bem quentinho...
A tia da menina, respondeu com um sorrisinho entre os lábios:
_ Obrigada querida, hoje já tomei bastante leite!
Fátima Abreu
Diego Torres - La ultima noche
A primeira do ano
A primeira do ano
E na noite de Ano Novo, ele a fez feliz...
Rasgou a calcinha branca que ela havia comprado
Para tal ocasião...
Jogou-a na cama,
Tirava dela, o vestido azul de várias nuances,
Deixando-a nua em pelo
Qual viera ao mundo...
O monte de vênus, habilmente aparadinho em V,
Fazia o desejo dele, acender...
Passou a mão sobre as ancas da mulher,
Segurou-lhe um dos seios apetitosos,
Pedintes de sucção...
Fantasiou uma terceira pessoa, ali então...
Ele sabia que ela disto gostava:
Inventar sempre, uma nova situação...
A fantasia sempre era bem vinda!
Mas queriam mesmo
Era gozar rios de prazer...
A cavalgada começou
As carnes dela,
Começaram a tremer...
Um arrepio percorreu-lhe a espinha dorsal,
Passou a língua nos lábios dele,
Isso era realmente um bom sinal...
A mulher, gostava de morder seu homem nos cantos da boca também...
O queixo, os ombros...
Ele muito apreciava isso.
E não pode deixar de soltar um gemido...
Ele a virou de quatro
As nádegas expostas para seu deleite...
Deu-lhe algumas palmadinhas,
Ficaram róseas...
Mas ela gostava... Era safadinha...
Ela pedia em sua agonia para gozar,
Que ele de vadia pudesse chamar...
Outros nomes ela dizia, para que ele repetisse...
E o homem fiel aos seus desejos, isso fazia.
No meio desses delírios de mulher ardente,
Já se ia o gozo
A derramar entre as coxas roliças,
Escorrendo mel quente...
Ao perceber isso, ele a virou mais uma vez,
E de 'conchinha' agarrado a sua fêmea feliz,
Deixou-se levar...
Galopando entre os gemidos dela,
Ele finalmente soltou o leite branco, quente e viscoso,
De seu delicioso gozo...
Ficaram depois, minutos seguidos, abraçados...
Ele apertava os seios dela, enquanto ela lhe prendia entre suas coxas,
Para que aquele membro grosso não se deixasse escapar,
Enquanto aquela sensação boa, ficasse no ar...
Fátima Abreu
E na noite de Ano Novo, ele a fez feliz...
Rasgou a calcinha branca que ela havia comprado
Para tal ocasião...
Jogou-a na cama,
Tirava dela, o vestido azul de várias nuances,
Deixando-a nua em pelo
Qual viera ao mundo...
O monte de vênus, habilmente aparadinho em V,
Fazia o desejo dele, acender...
Passou a mão sobre as ancas da mulher,
Segurou-lhe um dos seios apetitosos,
Pedintes de sucção...
Fantasiou uma terceira pessoa, ali então...
Ele sabia que ela disto gostava:
Inventar sempre, uma nova situação...
A fantasia sempre era bem vinda!
Mas queriam mesmo
Era gozar rios de prazer...
A cavalgada começou
As carnes dela,
Começaram a tremer...
Um arrepio percorreu-lhe a espinha dorsal,
Passou a língua nos lábios dele,
Isso era realmente um bom sinal...
A mulher, gostava de morder seu homem nos cantos da boca também...
O queixo, os ombros...
Ele muito apreciava isso.
E não pode deixar de soltar um gemido...
Ele a virou de quatro
As nádegas expostas para seu deleite...
Deu-lhe algumas palmadinhas,
Ficaram róseas...
Mas ela gostava... Era safadinha...
Ela pedia em sua agonia para gozar,
Que ele de vadia pudesse chamar...
Outros nomes ela dizia, para que ele repetisse...
E o homem fiel aos seus desejos, isso fazia.
No meio desses delírios de mulher ardente,
Já se ia o gozo
A derramar entre as coxas roliças,
Escorrendo mel quente...
Ao perceber isso, ele a virou mais uma vez,
E de 'conchinha' agarrado a sua fêmea feliz,
Deixou-se levar...
Galopando entre os gemidos dela,
Ele finalmente soltou o leite branco, quente e viscoso,
De seu delicioso gozo...
Ficaram depois, minutos seguidos, abraçados...
Ele apertava os seios dela, enquanto ela lhe prendia entre suas coxas,
Para que aquele membro grosso não se deixasse escapar,
Enquanto aquela sensação boa, ficasse no ar...
Fátima Abreu
sábado, 17 de dezembro de 2011
SENTIMOS JUNTOS II
Sentimos juntos II
Com meus dedos toco a vulva já quente
O clitóris clama pelo toque!
Queria que fosse o seu membro a roçar
Fazendo da minha gruta,
O teu verdadeiro lugar...
Sente os movimentos?
Eu me manipulo alucinada!
Enquanto sei, que no teu corpo faz o mesmo:
Um vai e vem, sobe e desce
Pelo teso membro...
Gozaremos juntos nessa doce aventura
Ainda que seja por palavras tecladas
Melamos os dedos
Cada um, com seus líquidos
Que jorram quentes
De nosso delírios,
Aqui presentes...
Fátima Abreu
Com meus dedos toco a vulva já quente
O clitóris clama pelo toque!
Queria que fosse o seu membro a roçar
Fazendo da minha gruta,
O teu verdadeiro lugar...
Sente os movimentos?
Eu me manipulo alucinada!
Enquanto sei, que no teu corpo faz o mesmo:
Um vai e vem, sobe e desce
Pelo teso membro...
Gozaremos juntos nessa doce aventura
Ainda que seja por palavras tecladas
Melamos os dedos
Cada um, com seus líquidos
Que jorram quentes
De nosso delírios,
Aqui presentes...
Fátima Abreu
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Cura-me, Jura-me, Queira-me...
Cura-me, Jura-me, Queira-me!
Cura- me desse tédio
Cura-me dessa falta de um amor
Cura-me desse sofrimento...
Jura-me amor eterno
Jura-me não que não se irá
Jura-me que sou melhor que todas que já teve antes...
Queira-me mais que tudo
Queira-me para sempre
Queira-me embaixo de seus lençóis...
Cura-me dessa falta de um amor
Cura-me desse sofrimento...
Jura-me amor eterno
Jura-me não que não se irá
Jura-me que sou melhor que todas que já teve antes...
Queira-me mais que tudo
Queira-me para sempre
Queira-me embaixo de seus lençóis...
De querer você, estou embriagada de sonhos
De querer você, dou um grito
Quero que o mundo saiba da minha paixão
Quero que todos vejam quanto amor
Tenho para te dar...
Quantas palavras presas na garganta
Quantos arrepios de desejo, pelo corpo...
Um amor, que dilacera o coração
Ao mesmo tempo, me encanta...
Não vacile mais
Venha agora, para meus lábios que clamam pelo seu beijo
Venha para minha cama, me abraçe, me beije, me faça sua...
Na escuridão da noite, vamos ficar entrelaçados
E mais uma vez, seremos felizes...
E mais uma vez, seremos felizes...
Quando o dia amanhecer,
Farei um carinho, ao despertar...
Farei um carinho, ao despertar...
Uma canção vou cantar,
E um beijo jogo no ar,
E um beijo jogo no ar,
Com todo o meu carinho,
Tudo irei recomeçar...
Fátima Abreu
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
NOITE DE ESPERA...
Noite de espera
Espero ansiosa meu amor
Quando ele chegará?
Não consigo fechar os olhos
Não consigo descansar...
Ele disse que viria,
Trazendo todo seu encanto para mim
Aguardo, a espera é demorada,
Mas vale a pena!
A noite passa devagar...
Sinto alguém mexendo na porta:
Será meu amado chegando?
Sim é ele!
A noite de espera, se acabou
O sonho, apenas começou...
Falarei ao seu coração
Com palavras sussurradas ao ouvido
Com prazer e com gemidos
Entenderá a linguagem dos sentidos
Aguçados pela libido!
Fará tudo que eu pedir
E eu também farei
Porque o amor é para repartir
Linda noite, terei...
Com meu amor ao meu lado,
A ele dedico todo o meu carinho
Somos dois corações apaixonados!
Fazendo o ninho...
Espero ansiosa meu amor
Quando ele chegará?
Não consigo fechar os olhos
Não consigo descansar...
Ele disse que viria,
Trazendo todo seu encanto para mim
Aguardo, a espera é demorada,
Mas vale a pena!
A noite passa devagar...
Sinto alguém mexendo na porta:
Será meu amado chegando?
Sim é ele!
A noite de espera, se acabou
O sonho, apenas começou...
Falarei ao seu coração
Com palavras sussurradas ao ouvido
Com prazer e com gemidos
Entenderá a linguagem dos sentidos
Aguçados pela libido!
Fará tudo que eu pedir
E eu também farei
Porque o amor é para repartir
Linda noite, terei...
Com meu amor ao meu lado,
A ele dedico todo o meu carinho
Somos dois corações apaixonados!
Fazendo o ninho...
Fátima Abreu
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
CARTAS DE DESEJO
CARTAS DE DESEJO
Olá meu amor, então como passaste o teu fim-de-semana?
O meu foi algo estranho... pensante sobre nós? Como se poderiam dar as coisas? Nossos passeios, mais acolhedores e quentes como tu...Hum...Hum...
Num hotel maravilhoso, onde estávamos instalados numa excelente suite com vista para o mar, equipada às mil maravilhas.
A cama era divinal, coberta com lençóis de cetim e cobertores de vison.
Estávamos na magnífica banheira a desfrutar de um jacuzi mirabolante bebendo um gostoso champanhe e comendo uns frutos silvestres.
Os nossos corpos nus naquela água quente e fervilhando sais e banho em mistura de incenso naquela casa de banho, poderosa!
Após tomar o delicioso jacuzzi e degustarem do champanhe.
Ergueram-se da banheira lentamente e escutando os corpos um do outro. Ah, quando isso se começou a intensificar, fez dar origem aos primeiros carinhos e posteriormente os primeiros contactos sexuais. O membro reprodutor masculino acordou rápido... Mas como sua vulva, seios e bunda estavam sossegados, pedi algo mais para me atrasar a prática do acto, e tu aí pensaste que nada se tivesse ou fosse passar.
Fui em busca e te pedi que fosses vestir uma lingerie da Triumph apimentada para o meu membro sexual. Trouxeste duas, uma branca com o soutien com renda e nas extremidades e o resto da copa em cetim.
A calcinha toda encavalitada na bunda em cetim onde te fazia maior gozo na vida e na grutinha quente e peluda fazendo um mini V, para sobressair as bordas e os cabelos...
A preta era semelhante mas com o soutien sem aro e a calcinha era toda em renda.
Tu quando te começaste a vestir a lingerie branca ficaste logo a ficar húmida da grutinha que eu reparava pelo reflexo da calcinha, os seios arrebitaram loucamente, mas mesmo assim deste-me um gozo bem maior quando ainda e já húmida vestiste como eu queria me começaste a pedir adrenalina sexual.
Lambi tanto a calcinha na sua frente e retaguarda e o soutien, era para lhe acarinhar os seios gostosos que tinha vestido no momento.
Quando te tirei novamente a lingerie, começou logo logo a tua gruta gostosa a pingar água fresca e a minha boca a trabalhar com sabor da tua vulva maravilhosa e da tua bunda, grande e deliciosa.
Ergueu-se o meu mastro, e tu então agarrou-se logo a ele enfiando-o logo no traseirinho e pulando loucamente sobre ele e esfregando seu clitóris quente...
Passaste a pedir-me para te ir fundo, que te fazia segurar melhor... Ah...
Foi o delírio, estar ali contigo sempre a trabalhar o corpo!
Amo-te minha querida, estou perdido por ti por saber que talvez entre nós tudo desse certo.
Frank_Mike
****************************************************
Ah, meu querido, ao ler essas quentes palavras imaginei todo o resto:
Alucinados de desejo juntos, rentes, carne a carne, tocava-lhe os testículos puxando em delírio... Pedia que dissesse:
_ Ai, como me maltrata de tesão, essa minha dona!
Dito isso, eu transbordava em umidade que escorria pela tua vara tesa, dentro de mim...
Dado momento, gozei rebolando nesse mastro que tanto eu gosto.
Percebendo isso, retirou devagar do traseirinho, e deitou-se ao meu lado, pondo-se a beijar meu corpo por inteiro, e eu pedia alucinada:
_ Suga meus seios, estás guloso? Vem, suga e deixa que eu goze apenas assim, com a tua sugada voraz, saboreando meus seios...
Sem me desobedecer, vinha qual bebê querendo tirar leite da mãe, com força puxava os meus bicos, duros de tanto tesão...
Segurava teu membro enquanto isso fazia, masturbava-te com uma mão e com a outra a mim mesma...
Que delícia! Senti que estava já quase jorrando teu leite quente, então o que fiz?
Disse-lhe:
_ Vem, fica sobre mim, joga teu leite nos meus seios, lambuza-me do teu gozo, isso para mim, é mais que delicioso!
Sendo assim, em jatos que saíam de ti, que eu vorazmente puxava com minhas mãos ainda trabalhando em teu membro, melei-me toda e pedi mais uma vez:
_ Agora, espalha esse leite todo pelo meu corpo, como se fosse um hidratante para o corpo...
E foi o que fez habilmente... Massageando tudo, a hidratar meu corpo com esse teu semen prazeroso...
Descansamos, e depois fomos ao banho na hidro massagem.
Depois, fomos para a cama, deitamos e ligamos a TV, o filme privê era muito bom: Daqueles que me agradavam muito: orgias... Logo eu estava molhadíssima de olhar aquele grupo de pessoas no filme, se deliciando trocando de casais, de posições e para melhorar tudo, a bissexualidade, que eu tanto gosto de assistir nesses filmes porque me deixam quase a gozar sem mesmo nem me tocar! Fico tão excitada que jorro mel pelas coxas a fora... Pedi então que viesse lamber o mel que saía da vulva, naquele momento.
Estava eu, com fio dental e você o afastou devagar e lambeu, sugou tudinho que de mim escorria...
Sem mais demora eu já estávamos fazendo um 69...
E depois de mais uma vez o teu semen jorrar, desta vez em volta dos meus lábios quentes, eu pedi algo que para a sua pessoa, pareceu inusitado:
_ Deite-se de costas amor. Quero esfregar minha vulva em teu corpo todo, marcando meu território, e farei isso até que eu goze, de friccioná-la no teu corpo...
Ficou meio atordoado com esse meu desejo, pois que nenhuma mulher com quem havia estado antes, tinha esfregado a vulva sobre cada parte de seu corpo até obter um orgasmo.
Foi concedido mais esse meu pedido...
E TRABALHEI COM A MINHA CONINHA, POR TODA A EXTENSÃO DO TEU CORPO, DANDO-LHE UM BANHO DE MEU MEL ATÉ QUE GOZEI ALUCINADA EM CIMA DAS TUAS NÁDEGAS... Uiiiiiiiiii, mas que prazer enorme me deu naquele instante!
Combinamos de uma outra ida ali, mas da próxima vez, queria mais companhia, pedi que arrumasse uma pessoa para nos acompanhar, pois que eu queria submeter essa terceira, a meus desejos: Seria a dominadora, e ele observaria, depois se juntaria a nós...
Mais uma nova fantasia que eu já arquitetava na minha mente devassa...
Fátima Abreu
Olá meu amor, então como passaste o teu fim-de-semana?
O meu foi algo estranho... pensante sobre nós? Como se poderiam dar as coisas? Nossos passeios, mais acolhedores e quentes como tu...Hum...Hum...
Num hotel maravilhoso, onde estávamos instalados numa excelente suite com vista para o mar, equipada às mil maravilhas.
A cama era divinal, coberta com lençóis de cetim e cobertores de vison.
Estávamos na magnífica banheira a desfrutar de um jacuzi mirabolante bebendo um gostoso champanhe e comendo uns frutos silvestres.
Os nossos corpos nus naquela água quente e fervilhando sais e banho em mistura de incenso naquela casa de banho, poderosa!
Após tomar o delicioso jacuzzi e degustarem do champanhe.
Ergueram-se da banheira lentamente e escutando os corpos um do outro. Ah, quando isso se começou a intensificar, fez dar origem aos primeiros carinhos e posteriormente os primeiros contactos sexuais. O membro reprodutor masculino acordou rápido... Mas como sua vulva, seios e bunda estavam sossegados, pedi algo mais para me atrasar a prática do acto, e tu aí pensaste que nada se tivesse ou fosse passar.
Fui em busca e te pedi que fosses vestir uma lingerie da Triumph apimentada para o meu membro sexual. Trouxeste duas, uma branca com o soutien com renda e nas extremidades e o resto da copa em cetim.
A calcinha toda encavalitada na bunda em cetim onde te fazia maior gozo na vida e na grutinha quente e peluda fazendo um mini V, para sobressair as bordas e os cabelos...
A preta era semelhante mas com o soutien sem aro e a calcinha era toda em renda.
Tu quando te começaste a vestir a lingerie branca ficaste logo a ficar húmida da grutinha que eu reparava pelo reflexo da calcinha, os seios arrebitaram loucamente, mas mesmo assim deste-me um gozo bem maior quando ainda e já húmida vestiste como eu queria me começaste a pedir adrenalina sexual.
Lambi tanto a calcinha na sua frente e retaguarda e o soutien, era para lhe acarinhar os seios gostosos que tinha vestido no momento.
Quando te tirei novamente a lingerie, começou logo logo a tua gruta gostosa a pingar água fresca e a minha boca a trabalhar com sabor da tua vulva maravilhosa e da tua bunda, grande e deliciosa.
Ergueu-se o meu mastro, e tu então agarrou-se logo a ele enfiando-o logo no traseirinho e pulando loucamente sobre ele e esfregando seu clitóris quente...
Passaste a pedir-me para te ir fundo, que te fazia segurar melhor... Ah...
Foi o delírio, estar ali contigo sempre a trabalhar o corpo!
Amo-te minha querida, estou perdido por ti por saber que talvez entre nós tudo desse certo.
Frank_Mike
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Ah, meu querido, ao ler essas quentes palavras imaginei todo o resto:
Alucinados de desejo juntos, rentes, carne a carne, tocava-lhe os testículos puxando em delírio... Pedia que dissesse:
_ Ai, como me maltrata de tesão, essa minha dona!
Dito isso, eu transbordava em umidade que escorria pela tua vara tesa, dentro de mim...
Dado momento, gozei rebolando nesse mastro que tanto eu gosto.
Percebendo isso, retirou devagar do traseirinho, e deitou-se ao meu lado, pondo-se a beijar meu corpo por inteiro, e eu pedia alucinada:
_ Suga meus seios, estás guloso? Vem, suga e deixa que eu goze apenas assim, com a tua sugada voraz, saboreando meus seios...
Sem me desobedecer, vinha qual bebê querendo tirar leite da mãe, com força puxava os meus bicos, duros de tanto tesão...
Segurava teu membro enquanto isso fazia, masturbava-te com uma mão e com a outra a mim mesma...
Que delícia! Senti que estava já quase jorrando teu leite quente, então o que fiz?
Disse-lhe:
_ Vem, fica sobre mim, joga teu leite nos meus seios, lambuza-me do teu gozo, isso para mim, é mais que delicioso!
Sendo assim, em jatos que saíam de ti, que eu vorazmente puxava com minhas mãos ainda trabalhando em teu membro, melei-me toda e pedi mais uma vez:
_ Agora, espalha esse leite todo pelo meu corpo, como se fosse um hidratante para o corpo...
E foi o que fez habilmente... Massageando tudo, a hidratar meu corpo com esse teu semen prazeroso...
Descansamos, e depois fomos ao banho na hidro massagem.
Depois, fomos para a cama, deitamos e ligamos a TV, o filme privê era muito bom: Daqueles que me agradavam muito: orgias... Logo eu estava molhadíssima de olhar aquele grupo de pessoas no filme, se deliciando trocando de casais, de posições e para melhorar tudo, a bissexualidade, que eu tanto gosto de assistir nesses filmes porque me deixam quase a gozar sem mesmo nem me tocar! Fico tão excitada que jorro mel pelas coxas a fora... Pedi então que viesse lamber o mel que saía da vulva, naquele momento.
Estava eu, com fio dental e você o afastou devagar e lambeu, sugou tudinho que de mim escorria...
Sem mais demora eu já estávamos fazendo um 69...
E depois de mais uma vez o teu semen jorrar, desta vez em volta dos meus lábios quentes, eu pedi algo que para a sua pessoa, pareceu inusitado:
_ Deite-se de costas amor. Quero esfregar minha vulva em teu corpo todo, marcando meu território, e farei isso até que eu goze, de friccioná-la no teu corpo...
Ficou meio atordoado com esse meu desejo, pois que nenhuma mulher com quem havia estado antes, tinha esfregado a vulva sobre cada parte de seu corpo até obter um orgasmo.
Foi concedido mais esse meu pedido...
E TRABALHEI COM A MINHA CONINHA, POR TODA A EXTENSÃO DO TEU CORPO, DANDO-LHE UM BANHO DE MEU MEL ATÉ QUE GOZEI ALUCINADA EM CIMA DAS TUAS NÁDEGAS... Uiiiiiiiiii, mas que prazer enorme me deu naquele instante!
Combinamos de uma outra ida ali, mas da próxima vez, queria mais companhia, pedi que arrumasse uma pessoa para nos acompanhar, pois que eu queria submeter essa terceira, a meus desejos: Seria a dominadora, e ele observaria, depois se juntaria a nós...
Mais uma nova fantasia que eu já arquitetava na minha mente devassa...
Fátima Abreu
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
CALENDÁRIO DO MêS DE DEZEMBRO
O CALENDÁRIO É SEMPRE A MESMA IMAGEM, MUDANDO SOMENTE O MÊS E A MOLDURA, SE QUISER, AUMENTE E IMPRIMA...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
UM CALENDÁRIO DO MÊS, PARA VCs MEUS LEITORES (as)
CALENDÁRIO DE CORAÇÃO
VERMELHO,
DA PAIXÃO...
LINGERIE RUBRA
BEIJOS DE BATOM,
SEIOS EM DESTAQUE
PARA QUE COPIE
SE TE AGRADAR,
TODOS OS MESES,
ALGUM NOVO,
AQUI ESTARÁ...
Fátima Abreu
NOTA:
RETIREI AS FOTOS E IMAGENS ANTIGAS DO MEU BLOG, VOU COMEÇAR A POSTAR AOS POUCOS NOVAS IMAGENS, AGUARDEM!
NOTA:
RETIREI AS FOTOS E IMAGENS ANTIGAS DO MEU BLOG, VOU COMEÇAR A POSTAR AOS POUCOS NOVAS IMAGENS, AGUARDEM!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
DOCE SABOR
Posso ser bem doce,
Prove do meu sabor
E me transformo em loba,
Quando o assunto é fazer amor...
Caia nos meus braços,
Deixe-se levar...
Cada cantinho teu, eu exploro
E te faço delirar!
Sente os beijos quentes...
Circundando a tua glande
Movimentos de vai e vem
Quero aqui, na gruta também...
Tenho um doce sabor:
Prova agora!
Veja o mel que escorre,
É o meu desejo que o faz
Sente, cheira, lambe, isso me satisfaz...
E num 69 gostoso, nos encontramos agora:
Goza na minha boca, e eu na tua
Líquidos quentes jorram,
Melam tudo:
Saboreamos...
Doce sabor, o nosso,
Corpos que exalam o cheiro mais profundo
Dos gozos espalhados,
Entre nossos lábios...
Fátima Abreu
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